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O iPad (5.ª geração), lançado em março de 2017, e o iPad Pro (3.ª geração), lançado em outubro de 2018, representam diferentes abordagens da Apple ao conceito de tablet. Enquanto o iPad de 2017 foi posicionado como um dispositivo acessível para o uso diário, o iPad Pro de 2018 foi concebido para utilizadores que necessitam de desempenho de nível profissional e funcionalidades avançadas. Ambos operam com o sistema iPadOS, mas diferenciam-se significativamente em termos de capacidade de processamento, tecnologia de ecrã e ecossistema de acessórios.
A longevidade de um tablet é influenciada pela sua idade de lançamento e pelo suporte contínuo de software, bem como pela sua construção física.
Ano de Lançamento
Compatível com a última actualização
Sistema operativo
Sistema operativo máximo suportado
O desempenho é uma das áreas onde estes dois tablets apresentam as maiores diferenças, impactando diretamente a fluidez do uso diário e a capacidade de lidar com tarefas exigentes.
Memória (GB)
Processador
A qualidade do ecrã é um fator crucial na experiência do utilizador, e estes dois iPads oferecem tecnologias de visualização distintas.
Resolução
Tom Verdadeiro
Pro-Motion
Tipo de ecrã
Densidade de pixels
Luminosidade
Oradores
As capacidades de câmara em tablets são importantes para videochamadas, digitalização de documentos e fotografia ocasional, e há diferenças notáveis entre estes dois modelos.
Para além das especificações principais, vários outros elementos práticos distinguem o iPad de 2017 do iPad Pro de 2018, afetando a sua usabilidade e versatilidade.
Peso
Larghezza
Altezza
Profondità
Tamanho do ecrã (polegadas)
Rede
Operador bloqueado
Tecnologia WiFi
Versão do Bluetooth
Face ID
Touch ID
Conector
A escolha entre o iPad de 2017 e o iPad Pro de 2018 depende largamente das necessidades e prioridades do utilizador. O iPad de 2017 é frequentemente elogiado pela sua simplicidade e capacidade de executar as tarefas essenciais de um tablet de forma competente. Utilizadores destacam a sua fiabilidade para navegação na web, consumo de multimédia e aplicações básicas, tornando-o uma opção sólida para estudantes ou para quem procura um dispositivo para uso casual. As críticas comuns ao iPad de 2017 centram-se no seu hardware mais antigo, que pode não suportar as aplicações mais recentes de forma otimizada e na sua longevidade de software mais limitada em comparação com modelos mais recentes.
Por outro lado, o iPad Pro de 2018 é amplamente aclamado pelo seu desempenho excecional, ecrã avançado e versatilidade, especialmente quando combinado com os seus acessórios dedicados. Utilizadores profissionais, artistas e aqueles que exigem o máximo de um tablet para tarefas como edição de vídeo, design gráfico ou multitarefas intensivas encontram no iPad Pro de 2018 uma ferramenta poderosa. As principais preocupações levantadas pelos utilizadores do iPad Pro de 2018 incluem a ausência da porta de áudio de 3,5 mm, que pode exigir adaptadores para alguns, e o facto de, apesar do seu poder, o iPadOS ainda ter algumas limitações em comparação com um sistema operativo de computador tradicional para certos fluxos de trabalho.
Utilizadores que priorizam um dispositivo para tarefas diárias, como leitura, navegação e streaming, e que valorizam a simplicidade e a presença de uma porta de áudio tradicional, podem preferir o iPad de 2017. Para quem necessita de um tablet com desempenho superior para trabalho criativo, multitarefas exigentes, e que beneficia de um ecrã de alta qualidade e do ecossistema de acessórios avançados, o iPad Pro de 2018 será a escolha mais adequada. Ambos os modelos podem ser encontrados como opções recondicionadas, oferecendo uma alternativa eco-friendly para adquirir tecnologia de qualidade.